Problemas não Resolvidos do Pós-tribulacionismo

Por John Walvoord

No estudo dos benefícios relativos dos argumentos que apóiam o pré-tribulacionismo e o pós-tribulacionismo, torna-se evidente que nem todos os argumentos para qualquer conclusão são necessariamente decisivos. Se o arrebatamento pré-tribulacional ou pós-tribulacional foi inequivocamente ensinado nas Escrituras, é questionável que acadêmicos dignos se dividissem sobre a questão. As conclusões alcançadas necessariamente se baseiam no peso total da evidência de apoio e na medida em que cada visão resolve seus problemas.

Assine para continuar lendo

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.

Abominação da Desolação

Por Randall Price

A frase “abominação da desolação” ou “abominação desoladora” / “abominação que traz desolação ”traduzindo o termo hebraico do Antigo Testamento shiqqutz (im) meshomem e o termo grego do Novo Testamento bdelugma tes eremoseos, aparecem em contextos proféticos que tratam com a profanação e a contaminação do Templo Judaico em Jerusalém.

Assine para continuar lendo

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.

GRAÇA PREVENIENTE NA TEOLOGIA DE ARMÍNIO [I]

Por Abner F. Hernandez

Introdução

A doutrina da graça preveniente não é uma idéia secundária na soteriologia de Jacó Armínio, mas um tema central que permeia todos os aspectos da doutrina da graça de Armínio. Este capítulo discute a natureza da graça preveniente na teologia de Armínio. E procura a definição e a natureza da graça preveniente e, em seguida, oferece uma definição do conceito de graça preveniente e explora a natureza dessa graça divina. Também discute a operação da graça preveniente divina no coração humano. Propõe que, de acordo com Armínio, a graça preveniente como a operação do Espírito Santo age não apenas externamente, mas também internamente no coração humano. O capítulo, no entanto, começa considerando a tipo de ser humano que precisa de graça preveniente conforme Armínio. A necessidade de considerar primeiro a pecaminosidade da humanidade enfatiza a realidade da impossibilidade do ser humano encontrar uma solução para o problema do pecado. É um indivíduo em desespero com necessidade de regeneração para quem, Armínio acreditava que a graça preveniente era a principal e solução mais urgente.

Assine para continuar lendo

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.

“NÃO AFASTADO DE CRISTO”: AGOSTINHO ENTRE O “MANIQUEÍSMO” E A CRISTANDADE “CATÓLICA”

 

Jason David BeDuhn

No caso de Agostinho de Hipona, temos uma oportunidade única de rastrear pelo menos parte do desenvolvimento de uma identidade religiosa como ela encontrou expressão num extenso conjunto de escritos cuja cronologia relativamente pode ser determinada com alguma precisão. O desenvolvimento implica a passagem de um conjunto anterior de elementos característicos para um conjunto subseqüente, e no caso de Agostinho uma redução brutal destes dois conjuntos os identificaria como “Maniqueísta” e “Católico.” Pode-se dizer que Agostinho se moveu entre o Maniqueismo e o Cristianismo Católico em sua apostasia do primeiro e conversão ao segundo, e que nesta transição ao longo de alguns anos na década de 380 ele ocupou um estado prévio entre a plena adesão e o compromisso com a comunidade. No entanto Agostinho continuou a ocupar uma posição bastante singular entre o Maniqueísmo e o Cristianismo Católico na sua primeira década e meia como um “Católico”, motivado tanto por laços pessoais com Maniqueus em particular como pelas exigências dos seus associados Católicos de abordar repetidamente as questões que distinguia uma comunidade de outra. Ambas as situações proporcionaram certo tipo de dialética dentro da qual Agostinho se definiu, na qual o Maniqueísmo serviu muito mais do que um mero pólo negativo, mas de uma forma mais positiva, proporcionando um mecanismo de enquadramento que dá certa inclinação e um conjunto que enfatiza a identidade “Católica” em particular de Agostinho. Através do caso de Agostinho, portanto, temos a oportunidade de pautar a relação entre o “Maniqueísta” e o ” Cristianismo Católico”, e aprofundar a nossa compreensão do que estava em jogo entre estas duas visões alternativas da tradição Cristã.

Assine para continuar lendo

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.

A Septuagésima Semana de Daniel é Futura?

 

A interpretação da revelação dada a Daniel referente às setenta semanas (Daniel 9: 24-27) constitui um dos fatores determinantes em todo o sistema de profecia. A atenção dada a ele por todas as escolas de interpretação e os ataques à autenticidade do livro se combinam para focar a luz branca da investigação nele. A interpretação desta passagem inevitavelmente da um colorido a todas outras visões proféticas, e um entendimento adequado dela é a condição sine qua non de qualquer estudante de profecia.

Assine para continuar lendo

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.

Como você responde a Provérbios 16:4?

“O Senhor fez tudo para o seu propósito,
mesmo os perversos para o dia da angustia.”

Os calvinistas frequentemente citam este versículo para apoiar a conclusão de que algumas pessoas são criadas perversamente com o propósito expresso de serem enviadas para o inferno. Já que a Escritura ensina que Deus é amor (1 João 4:8, 16), que Deus ama todas as pessoas (João 3:16) e assim não quer afligir ninguém (Lm. 3:33) ou a sua condenação (Ez. 18:30-32; 33:11; 1Tm. 2:4; 2Pd 3:9), nós devemos buscar uma interpretação diferente.

Uma interpretação alternativa não é difícil de encontrar. Provérbios 16:4 está usando a linguagem da ordem moral. Deus estabeleceu a criação de tal forma que o bem é (eventualmente) recompensado e o mal é (eventualmente) punido. Neste sentido, o “propósito” para os maus se encontra no “dia da angústia” que lhes sobrevirá. É significativo notar que o verbo traduzido no NRSV como “feito” (paw-al‘) pode ser traduzido como “desenvolveu” (como no NVI), uma observação que confirma a nossa interpretação. Deus dirige a maldade dos agentes para que o seu fim eventualmente se ajuste à ordem moral da criação. Além disso, a palavra traduzida como “propósito” (ma’ neh) pode ser traduzida como “resposta “*.
O significado da passagem, então, é que Deus opera as coisas para que o fim dos ímpios “responda” à sua perversidade. Eles eventualmente colhem o que semeiam. Assim, não precisamos aceitar o quadro diabólico de Deus criando certas pessoas com o propósito expresso de tê-las sofrendo interminavelmente no inferno.

Nota
*VejaD. Clines, “Predestination in the Old Testament,” in Grace Unlimited, ed. C. Pinnock (Minneapolis, MN: Bethany House, 1975), 122.

How do you respond to Proverbs 16:4?

Romanos 9: 19-20 – É correto que Deus encontre culpa nos Israelitas étnicos incrédulos?

Para recapitular, Paulo está abordando uma objeção antecipada de alguns Israelitas étnicos hipotéticos que não vão gostar de seus ensinamentos de que Deus decidiu salvar todos os que têm fé em Cristo. Isso significa que muitos dos Israelitas étnicos de Paulo não estão atualmente recebendo as bênçãos de Deus, porque não confiam em Cristo. Os opositores de Paulo pensam que Deus deveria salvar os Israelitas étnicos devido à sua descendência natural de Abraão e / ou suas obras. Paulo respondeu reiterando que Deus não salva com base na etnia (versículos 6-9) ou obras (versículos 10-13), e observando que Deus tem o direito de salvar quem ele quer salvar (versículos 14-18).

Assine para continuar lendo

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.

Romanos 9: 17-18 – O direito de Deus em endurecer – Faraó

No post anterior, vimos como esta seção (versículos 14-18) ensina que Deus tem o direito de ter misericórdia de quem ele escolher. Depois de abordar a primeira parte de seu exemplo no versículo 15 (relativo a Moisés, de quem Deus decidiu ter misericórdia), e apresentar seu argumento principal no versículo 16 (Portanto, isso não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus.), Paulo agora aborda a segunda parte de seu exemplo, que se refere a Faraó.

Assine para continuar lendo

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.

Romanos 9: 14-16 – O direito de Deus de mostrar misericórdia – Moisés

Para recapitular, Paulo tem respondido a alguns hipotéticos opositores Israelitas étnicos que não gostam do seu ensino de que Deus decidiu salvar todos os que têm fé em Cristo. Eles consideram que Deus deve salvar os Israelitas étnicos devido à sua descendência natural de Abraão e / ou suas obras, e que a situação atual de muitos Israelitas étnicos que não têm a bênção da salvação de Deus se deve ao fracasso da parte de Deus em manter sua palavra. Paulo responde demonstrando que a palavra de Deus não falhou, pois Deus nunca prometeu salvar todos os descendentes naturais de Abraão, e ele nunca prometeu salvar as pessoas com base em suas próprias obras. Depois de lembrá-los disso, Paulo continua concentrando-se no ponto de que cabe a Deus decidir quem receberá sua bênção. Os opositores Israelitas étnicos, portanto, não têm o direito de reclamar da situação em que o caminho de salvação de Deus resultou em muitos Israelitas étnicos atualmente fora da benção de Deus.

Assine para continuar lendo

Torne-se um assinante pagante para ter acesso ao restante do post e outros conteúdos exclusivos.